segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Blog do Claudio Nunes 26/08/2013,Messias Gonçalves

DO LEITOR
Na contramão da história
Do leitor Messias Gonçalves: “Pra começar, sou filho de São Cristóvão e não sou daqueles que algumas pessoas costumam dizer que existe parcela da população que torce pelo “quanto pior melhor”. Agora, essa cidade merece o devido respeito. Foi em São Cristóvão que Sergipe iniciou como vila, povoado, província, cidade e posterior capital do estado. Orgulhosamente a chamamos de “berço da civilização sergipana”. Infelizmente esta cidade está sendo governada por um casal de d e “fichas sujas”. A prefeita de direito, ainda se encontra sob-júdice em Brasília. Já o verdadeiro prefeito, Armando batalha de Góis, considerado o “maior” ficha suja de Sergipe e um dos maiores do Brasil, com mais de trinta condenações e muitas destas em segunda instância, continua circulando como se nada existisse. Para nossa surpresa, tivemos que ler na imprensa escrita e nas redes sociais, que na última sexta feira, esse cidadão tomou posse na assembléia legislativa, ao posto de presidente do Partido República Progressista, o PRP. Nessas matérias jornalísticas, são enaltecidas as presenças de diversas autoridades de todos os poderes. Inclusive dois desembargadores do TJ/SE. Como podemos acreditar nesses partidos, já que entregam a quem teve a oportunidade graças aos votos do povo de São Cristóvão e fez lambança? O que esperar de alguém que assume um partido político, sem ter condições de se candidatar-se? E olhe que temos que observar como ele conseguiu esse partido, já que pelos últimos acontecimentos testemunhados aqui mesmo em Sergipe, basta disponibilizar algo em torno de cinco mil reais por mês. Justamente num momento que a população está nas ruas, exigindo respeito por parte dos governantes, somos obrigados a ver tanta badalação para com uma pessoa suja desse jeito. É humilhante para nós sancristovense, ter que conviver com essa situação. É difícil engolir e aceitar essa falta de respeito de instituições que mangam da população. Aos nossos conterrâneos, é preciso dizer que não devemos perder a esperança. E nunca perder a confiança nas instituições, feita de homens, passíveis de erros e equívocos.”

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