segunda-feira, 19 de agosto de 2013

PROFESSOR DIZ QUE ESTÁ SENDO PRESSIONADO PELO DEPUTADO FEDERAL MÁRCIO MACÊDO

Márcio Macedo classificou a denuncia como “temeridade ao nível de acusação e irresponsável”.
O diretor da escola estadual General Siqueira, localizado no bairro Siqueira Campos em Aracaju, professor Adalberto Mendes afirma que está sendo pressionado pela assessoria e pelo deputado federal Marcio Macedo (PT), para que participe da chapa do deputado na eleição para escolha do presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), em Sergipe.
Segundo o professor Adalberto, na semana passada, um suposto assessor de Marcio Macedo, identificado como sendo Cássio Murilo, por telefone,  questionou sua participação na chapa de Rogério Carvalho, que também é pré-candidato do PT, inclusive perguntando se ele (Adalberto) continuava à frente da escola. Alem disso, segundo Adalberto, Marcio Macedo teria enviado mensagens via telefone celular também se referindo sua posição política e afirmando que que “sua consciência é senhora do seu destino”.
Na manha desta segunda-feira (19), em entrevista ao radialista Gilmar Carvalho, no programa Jornal da Ilha, o professor Adalberto disse que a mensagem de Marcio Macedo  dizia que “sua consciência é senhora do seu destino”, enquanto o assessor questionou através do telefone “se continuaria como diretor da escola”. Como diretor da escola General Siqueira, o professor disse que se sente ameaçado de perder o cargo e que não pretende deixar a direção da escola por conta disso, a não ser que seja exonerado do cargo.
Adalberto Mendes disse ainda que está à frente da escola General Siqueira ha seis meses e que tem trabalhado por um ensino de qualidade. O professor disse também que não recebeu nenhum comunicado do secretario de estado da educação, Belivaldo Chagas sobre o assunto. “Eu me sinto pressionado, agredido e humilhado depois que recebi as mensagens de Marcio Macelo e do telefonema do assessor dele. Mas eu quero dizer que estou fazendo na chapa do diretório ao lado de Rogério Carvalho. Alem disso também estou colocando meu nome à disposição para disputar a presidência do diretório municipal”, explicou o professor Adalberto.
Já o deputado federal Marcio Macedo negou e classificou as acusações como sendo “temeridade ao nível de acusação”. “Foi eu quem o indicou para o cargo setorial e a mensagem foi dirigida no sentido político, até por que não sou eu quem nomeia ou exonera. Eu fiz a indicação, até porque não faço parte da secretaria. Acho que usem desse expediente para disputa interna do PT. Qualquer ação nesse sentido vai ter uma reação. Eu não estou aqui para ser desrespeitado. Eu não estou aqui para desrespeitar ninguém. Mas se isso acontecer vai ter que responder judicialmente”, garantiu Marcio Macedo.
Embora tenha dito de forma tranqüila, Macedo demonstrou muita irritação e disse que “nunca usei desse tipo de expediente para fazer política. Isso é uma irresponsabilidade. Inclusive falei com o secretario sobre isso e ele me disse que não há nenhuma exoneração”, disse Marcio, afirmando que “ele vai ter que provar pelo que disse. Ele não é daqueles que militam ao meu lado e ele está ao lado de João Daniel. Esse nível da campanha do PT nós não podemos aceitar”, desabafou, avisando que a sua assessoria juridica irá analisar as acusações feitas pelo professor que deverá responder pelo que disse.
Ao encerrar a entrevista, Márcio orientou o professor a procurar um médico, pois segundo o deputado, - ele tem mania de persseguição-

Fonte:Faxaju.com.br.

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