terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

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Um beijo gay, uma mensagem subliminar, a teologia da prosperidade e a teologia inclusiva

Por Michael Caceres

Um beijo gay, uma mensagem subliminar, a teologia da prosperidade e a teologia inclusiva Um beijo gay, uma mensagem subliminar, a teologia da prosperidade e a teologia inclusiva
Vamos a um texto polêmico?
Polêmico principalmente pelo o que há nas entrelinhas. Sim, pois para entender o objetivo dos meus escritos é necessários ler as linhas subjetivas, as linhas subjetivas são geralmente mais extensas que as linhas objetivas. Em principio, qualquer assunto pode ter esta subjetividade.
Falo caros leitores, do beijo gay apresentado pela Rede Globo na novela Amor à Vida. Escrevi um texto falando sobre a degradação de valores morais promovidos na novela (leia aqui). Mas desta vez, quero falar sobre os subjetivos, ou, para quem gosta de um tom mais a moda Josué Yrion, podemos dizer que desta vez quero falar sobre a mensagem subliminar da novela. No caso em questão, o discurso é o mesmo, mas o tom é ainda mais pesado: a emissora faz ativismo, um tipo de discurso que tenta doutrinar a sociedade a “heterofobia”. Isso mesmo!
Calma! Isso não é uma discussão teológica. Existem temas que a Bíblia até pode abrir margem para discussão: como a ordenação feminina, por exemplo. Outros que nem tanto: como o estilo Murdock de pregar e a prática homossexual. O que um assunto tem a ver com o outro? Nada. E tudo. Hum?
Explico: Enquanto Murdock prega sobre teologia da prosperidade, a convite de um dos líderes evangélicos mais influentes do Brasil, a Globo tenta implantar a filosofia do “viva e deixe viver”. Por heresia, continua tudo a mesma coisa.
Ao integrar evangélicos no elenco da novela, a Globo – que não é boba nem nada – conseguiu atrair alguns olhares cristãos para a causa homossexual. Não os “teólogos homofóbicos”, como diriam os militantes gays que consideram a opinião contra a prática homossexual uma violência. Mas os cristãos doutrináveis. Sim, doutrináveis, pois hoje em dia militantes não querem mais a tolerância, procuram algo além, procuram a apologia. Afinal, quem acredita na teologia do Murdock, pode muito bem acreditar na teologia Lanna Holder. Ou, no caso dos católicos, quem não pode julgar idólatras, também não deve julgar homossexuais. Certo?
O beijo entre Félix (Matheus Solano) e Nico (Thiago Fragoso), apesar de não bater recordes de audiência, conseguiu atrair os olhares de milhares de famílias. E o autor acabou alcançando seu principal objetivo: a comoção. O Félix, que começou como vilão, transformou-se em um bom moço – ou moça, dependendo dos olhos de quem lê – trazendo a reflexão sobre a mudança de comportamento.
Explico: existem alguns que pensam que ser evangélico é apenas uma questão de aparências. Jamais, sob nenhuma hipótese, o sujeito pode declarar-se evangélico e gay. São incompatíveis estas duas realidades: o sujeito – ou sujeita – ser gay e afirmar ser evangélico. Nem, tão pouco, declarar-se evangélico e ser a favor do casamento gay. Parece coisa correlata, mas acredite, não é.
Seria obvio demais eu acreditar que surgirão comentários sobre o comportamento dos líderes evangélicos no país? Mas eu não me deixarei capturar. Um sujeito que se declara evangélico e não tem um comportamento cristão é como um heterossexual que mantém um comportamento homossexual e nega ser gay.
Um cantor evangélico (ou que se diz evangélico) participou da novela “Amor à Vida”. Ora, não tenho nada com a vida do cantor, ele se vende pra quem ele quiser. Se quiser vender a alma pro Diabo, ou pra Globo, que faça. Mas não venha me dizer que ele estava lá para pregar o evangelho. Nem venha com essa que ele representava os evangélicos. Se não teve a oportunidade de falar contra o pecado, a promiscuidade, a homossexualidade, o adultério, a fornicação, a mentira e tantas outras coisas que conduzem a alma humana ao inferno, então não estava lá para representar ninguém.
O objetivo do autor nas entrelinhas de “Amor à Vida”, no subliminar da novela, era fazer uma promoção desconcertante da “heterofobia”, onde ser gay vale mais do que ser heterossexual. Eu não sei, ou sei, por que existe um interesse tão evidente da mídia em manipular informações e impor valores através da fixação psíquica de que todas as formas de família são corretas, menos o conceito de família existente na maioria dos lares.
O fato – e contra fatos não há argumentos, não é mesmo? – é que há tempos a Globo tornou-se a principal emissora na promoção da causa homossexual. Assim, poderia recomendar, que os descontentes com a emissora simplesmente não assistam mais aos programas no canal. Mas posso fazer melhor, pois se realmente queremos pregar o evangelho – e agora digo o verdadeiro, não o evangelho Murdock – devemos também nos manifestar contra as mentiras transmitidas ali e em outros canais.


http://artigos.gospelprime.com.br/beijo-gay-amor-a-vida/

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