quarta-feira, 14 de outubro de 2015

São Cristovão, nas Mãos de Forasteiros

Os últimos acontecimentos vem mostrando o estado de decadência vivido por nossa cidade, a onde nossa juventude não tem bons exemplos, a onde cavalgada virou atração cultural, a onde som de mala, mesa de bar virou diversão.
Estamos vivendo uma crise politica, moral e ética.
Como pode a cidade, ou uma cidade a onde as maiores autoridades não moram nela, dividindo as angustias que passa toda a população de São Cristovão, triste sina esta da 4º cidade mais antiga do Brasil, ser próxima da capital tem sido um fardo pesado, virou moda ser politico em São Cristovão, mas morar em Aracaju.
A cidade que antes era habitada por cidadãos apaixonados, hoje vive uma rejeição dos filhos de sua terra, a cidade esta entregue nas mãos de estranhos, que não conseguem se firmar em suas cidades natal, ai encontra a oportunidade na cidade rejeitada pelos seus filhos para se fazer.
Os vários talentos que temos aqui, nas mais diversas áreas, daria para administrar uma cidade Suíça, mas ao invés disso, os filhos ingratos e descompromissados, revestidos de ódio inescapável por sua terra, fazem suas malas e viram as costas para sua terra.
Triste relação dos que aqui um dia moraram e nasceram, que deixam sua cidade ser ocupada pelo exercito de cupins e trassas da vida publica sergipana.

Um comentário:

JOTA FILHO disse...

Gostaria que alguém me apontasse um "filho da terra" que iria resolver os problemas de SC. Conheço muitos políticos que vivem de "luta". Lutam por isso, lutam por aquilo e na hora do pega-prá-capar recolhem-se ao aconchego de seus gabinetes. SC sofre com os mesmos problemas que o Brasil. O Governo Federal que não repassa para o Estadual que não repassa para o Municipal. Governo Federal que perdoa dívida de países estrangeiros mas que não perdoa a de um Estado da Federação, por que não reza na mesma cartilha. Temos que encarar com seriedade o momento pelo qual passamos e no momento certo que se tenha sobriedade para não trocarmos Chico por Francisco, nada contra Francisco.