Cartão de credito compra quase tudo,menos uma amizade verdadeira!

Cezar ao centro da mesa,ao lado Corcino e Gileno


No ultimo final de semana que passamos juntos,revivemos intensamente o passado,uma pessoa daquelas que gostamos de está ao lado,foi um Domingo inesquecivel de uma pessoa que esqueceram de colocar o tempero da maldade em seu coração.
Os que viveram este momento jamais esqueceram,Eu Josiel e Manuel.
Tenho muita alegria de ter tido a oportunidade de conviver com Álvaro Cezar,grande primo,tio e amigo que hoje nos deixou mais triste com a sua partida...

E esta musica foi uma das preferidas dele,e ouvida naquele momento nostalgico.


Lembro com muita saudade
Daquele bailinho
Onde a gente dançava
Bem agarradinho
Onde a gente ía mesmo
É prá se abraçar...

Você com laquê no cabelo
E um vestido rodado
E aquelas anáguas
Com tantos babados
E você se sentava
Só prá me mostrar...

E tudo que a gente transava
Eram três quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Teu beijo roubar...

E por mais que você
Se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele broto bonito
Ia me abraçar...

Quando a orquestra
Tocava "Besame Mucho"
Eu lhe apertava
E olhava seu busto
Dentro do corpete
Querendo pular...

Eu todo cheiroso
À "lancaster"
E você à "chanel"
Eu era um menino
Mas fazia o papel
Do homem terrível
Só prá lhe guardar...

E tudo que a gente transava
Eram três quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Seu beijo roubar...

E por mais
Que você se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Contente prá casa
Eu ia te levar...

E ao chegar em tua casa
Em frente ao portão
Um beijo, um abraço
Minha mão, tua mão
Com medo que o velho
Pudesse acordar...

A pílula já existia
Mas nem se falava
Pois nos muitos conselhos
Que tua mãe te dava
Tinha um que dizia:
"Só depois de casar"...

E tudo que a gente transava
Eram três quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Teu beijo roubar...

E por mais
Que você se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele corpo bonito
Ia me abraçar...

Tudo que a gente transava
Eram três quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Teu beijo roubar...

E por mais
Que você se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele corpo bonito
Ia me abraçar...

Direto da redação

Direto da redação

Jornalista e colaborador do portal, cobre as principais notícias do dia.

Comentários

rael e familia disse…
verdade caro amigo fábio,este eu o conhecí muito bem desde o seu casamento com augusta foi lá nos anos 80 era gente boa demais,tínhamos um laço de amizade famíliar não só eu como toda minha família,nossas eternas condolências a sua esposa,filhos e demais parentes.
rael e familia disse…
verdade caro amigo fábio,este eu o conhecí muito bem desde o seu casamento com augusta foi lá nos anos 80 era gente boa demais,tínhamos um laço de amizade famíliar não só eu como toda minha família,nossas eternas condolências a sua esposa,filhos e demais parentes.
rael e família disse…
saudades eternas de toda minha família,descanse em paz alváro cézar,e que deus dê o consolo aos seus entes queridos.
durval disse…
pessoa de boa indole e com o coraçao sem maldade ja esta fazendo falta!!! deus tem um lugarzinho especial para pessoas especiais. saudades eternas