É interessante como em tempos,em tempos aparecem esses movimentos na cidade,as vezes fico me perguntando o que não faz um cidadão para permanecer na mídia,vejam esse movimento de separação do Grande Rosa Elze há alguns anos ele foi encabeçado por outro grupo de pessoas que em meio a um processo eleitoral esqueceram,ou se desmotivaram,naquela ocasião poderia realmente ter acontecido essa tal separação,já que o presidente Fernando Henrique Cardoso emancipou vários municípios,essa era a hora.
O que estamos vendo hoje,é uma luta que certamente não vai alcançar exito,e alguns sabem disso,vejam o governo percebeu que a criação de um novo município acarreta em mais despesas para a nação,hoje poucos município de pequeno porte podem se manter,com isso criando mais um peso nas costa do pais.
O grande problema de São Cristóvão foi a forma tosca que foi povoado a região conhecida como grande Rosa Elze,como explica Marcos Santana em seu artigo,uma cidade plantada em outra,com costumes,cultura,totalmente diferente,nenhuma raiz ou elo que os liguem a cidade.
O grande problema mesmo é a falta de integração com o município,essa região hoje passa a ser um grande espaço dormitório da grande Aracaju,com pequenos comércios,que se desenvolvem a custa do grande numero de habitantes,mais sem uma grande pespectiva de desenvolvimento de um pólo gerador de empregos,segundo Wanderle Correia em uma palestra no Rosa Elze antes da campanha eleitoral de 2012,ele tinha proposto que fosse reservada uma areá só para instalações de industrias naquela região,com isso com isso afastando grande parte da especulação imobiliária,que tem a intensão pura e simples de tornar aquela região em dormitório de Aracaju.
A insatisfação de algumas pessoas dessa região é visível,mais de uma coisa temos certeza,São Cristóvão não tem culpa de ser utilizada de forma indiscriminadamente como areá de moradias,mesmo sem a cidade manifestar a vontade de ter um aumento significativo de sua população,São Cistovão não tem culpa de governos estaduais que só pensaram Sergipe apenas nos limites de Aracaju,o desenvolvimento de Sergipe ao longo dos anos só foi, e é pensado para a capital,o interior e suas cidades que conseguem se desenvolver,só aquelas que tem a vocação para o comercio,e pelas propiás forças de sua população que ativamente desenvolvem seu município.
Vejam o exemplo de Itabaiana que domina o comercio de Sergipe a mais de um seculo,estava vendo uma reportagem sobre a CODEVASF que estava indo fazer uma "visita" a cidade de Propiá,como que uma impresa estatal federal que cuida dos interesses da região do baixo são francisco pode ficar em Aracaju?porque não em uma cidade da região?
Então o desenvolvimento de São Cristóvão tem sido negligenciado,não por acaso,com isso a cidade tem se tornado uma cidade dormitório que acolhe a mão de obra barata que se desloca de forma volumosa para Aracaju todos os dias,impossibilitando toda a forma de desenvolvimento na cidade,isso porque é mais pratico e comodo para o trabalhador fazer suas compras na capital,com isso o combalido comercio na cidade vive agonizando,trazendo poucas opções já que o volume de vendas é pouco.
Lembrando que grande é o numero de habitantes na cidade com vários requisitos para atuar em qualquer areá,não precisamos buscar talentos fora como vemos hoje,pois temos inúmeros aqui,mais a falta de oportunidade,e condições de moradia e de deslocamento tem feito com que a cidade perca,ano a ano seus grandes talentos.
infelizmente a perca de areas pela cidade não é coisa recente o desmembramento da cidade,visto que até a famosa praia de atalaia em Aracaju no passado já fez parte dos limites da nossa cidade,sem falar na famosa zona de expansão que esta com essa peleja até hoje,e até a cidade de Itaporanga um dia muito distante pertenceu a nossa cidade.
É, com isso vejo que essa luta não há de obter muitos resultados,isso pensando eles que o desejo só existe na parte de lá,mais se enganam quem pensa assim,na cidade tem muita gente que ficaria satisfeito,não sei se seria a solução,mais a realidade é essa.
Fábio André
A solução é dividir?
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