36° FASC, O MAIOR FESTIVAL DE ARTES DA HISTÓRIA DE SÃO CRISTÓVÃO



O festivalde artes de São Cristóvão, nesta 36° edição, foi o maior da história.
Quando falei isso, alguns me criticaram em rodas de conversa, e a argumentação foi que teve alguns festivais maiores, e com a minha argumentação, vi que ficaram convencidos.
A grandeza do FASC deste ano, não pode ser medida apenas por atrações que conhecemos, o salão de literatura trouxe grandes nomes da literatura nacional, com alguns participantes estrangeiros, o grande nome no campo literário presente foi o jornalista e influenciador cultural Xico Sa, que é um representante da cultura nordestina no foco cultural do eixo Rio/São Paulo.
Xico Sa que desenvolveu um grande bate papo com o público, e foi um dos grandes momentos.
Já no teatro, o palco Mariano Antônio, um banho de artes cênicas, atrações infantis e dança.
A praça do Carmo, com o palco Frei Santa Cecília, ficou com grandes momentos musicais, ocupando o espaço da antiga praça da cachaça, que era na praça da bandeira.
O salão de artes Vesta Viana, foi um verdadeiro sucesso, com a supervisão do artista da terra Gladston Barroso, ocupando o belíssimo espaço do antigo pianos bar, que certamente vai ser um novo local a disposição da cultura da cidade.
O Cine Trianon, que é uma homenagem ao antigo cinema que ficava na praça da matriz, a onde se localiza hoje a caixa econômica federal.
O Cine Trianon, ficou montado no antigo teatro do lar imaculada Conceição, hoje colégio Elic, que também montou uma cafeteria muito charmosa que veio enriquecer o local, parabéns a Júnior Macario pela iniciativa.
As apresentações musicais da igreja do Rosário, veio inserir aquela esquecida igreja ao longo dos anos, parabéns.
O Beco do Amor, que nunca teve esse nome, mas foi uma invenção de alguns anos atrás, foi um sucesso, na porta da igreja do Amparo, com bandas alternativas movimentou essa parte da cidade.
As barracas de artes ficaram bem.localizadas, na entrada pela rua Cel. Erundino Prado que é um corredor da praça São Francisco.
Outra localização das barracas ficaram na praça da matriz, um lado com alimentos e outras com artesanato.
A casa do folclore, a casa do cordel, o espaço das bonequeiras funcionaram a todo o vapor.
Os cortejos que sempre foram o ponto forte, esse ano não foi diferente, as ruas foram tomadas por grupos locais e bandas de afroregue.
No atelier do amigo Nivaldo oliveira, o sucesso foi total, com sua arte e xilogravura, enfrente ao atelier foi criado um evento paralelo, que funcionou muito bem, com apresentação da banda CARANKA de Itabaiana, que abriu essa possibilidade, e a banda de pagode O SAMBA DO ARNESTO, fechou o palco alternativo com
grande sucesso.
Já a praça São Francisco, o palco João bebe água, as apresentações foram um sucesso de público, batendo todos os recordes da história, e olhe que tive um bar nos famosos tempos áureos do FASC, isso na praça São Francisco.
A apresentação de Gilberto Gil, foi a coroação desse momento histórico, um show para ficar marcado nós livros de história com tinta de ouro.
A presença de Gil já é um evento a parte, e um show, foi o máximo, sem enrolação, com duas horas sem parar, Gil fez história no FASC.
Esse festival foi o maior da história, que o próximo ano o FASC possa quebrar esse recorde, a cidade só tem a ganhar, parabéns a todos que se empenharam para realizar um evento grandioso, digno da história da 4° cidade mais antiga do Brasil.
"VIDA LONGA AO FASC".

Direto da redação

Direto da redação

Jornalista e colaborador do portal, cobre as principais notícias do dia.

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