O CARA DA FILA DO PÃO, A VONTADE DE AMAR...




 Primeiro você me azucrina, me entorta a cabeça

Me bota na boca um gosto amargo de fel
Depois vem chorando desculpas, assim meio pedindo
Querendo ganhar um bocado de mel

Não vê que então eu me rasgo
Engasgo, engulo, reflito, estendo a mão
E assim nossa vida é um rio secando
As pedras cortando, e eu vou perguntando: até quando?

São tantas coisinhas miúdas, roendo, comendo
Arrasando aos poucos com o nosso ideal
São frases perdidas num mundo de gritos e gestos
Num jogo de culpa que faz tanto mal

Não quero a razão pois eu sei
O quanto estou errada, o quanto já fiz destruir
Só sinto no ar o momento em que o copo está cheio
E que já não dá mais pra engolir

Veja bem, nosso caso é uma porta entreaberta
Eu busquei a palavra mais certa
Vê se entende o meu grito de alerta
Veja bem, é o amor agitando meu coração
Há um lado carente dizendo que sim
E essa vida da gente gritando que não

Veja bem, nosso caso é uma porta entreaberta
Eu busquei a palavra mais certa
Vê se entende o meu grito de alerta
Veja bem, é o amor agitando meu coração
Há um lado carente dizendo que sim
E essa vida da gente gritando que não

E tem sido assim na cidade Mãe de Sergipe nos últimos dias, encontros e desencontros movidos por paixões (politicas) enrustidas, segundo O CARA DA FILA DO PÃO, as redes sociais que o digam...

Direto da redação

Direto da redação

Jornalista e colaborador do portal, cobre as principais notícias do dia.

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