Estamos chegando em 2024 com uma cidade bem melhor que estava em 2016, com toda a certeza.
Lembro quando a cidade viveu a maior seca da história, seca em uma terra cheia de água, com o SAAE, sucateado, com a intenção de vendê-lo, o prefeito Marcos Santana chega e resolve o problema crônico da falta d'água.
Lembro quando a badalada praça São Francisco, patrimônio da humanidade tinha em certa ocasião 3 lâmpadas de sódio acesas, isso mesmo apenas três.
Lembro da educação na cidade, com escolas caindo aos pedaços, e o desenvolvimento dos alunos que nunca acontecia, ser aluno de escola pública municipal na cidade, hoje com escolas requalificação, com a estrutura melhor que a das escolas particulares da cidade, com a merenda escolar de primeira qualidade, com cardápio elaborado por nutricionistas, diferente do tempo do leite com rosquinhas, além da educação hoje fazer parte das quatro melhores ensino público municipal de Sergipe.
Lembro de lugares esquecidos, como Loteamento Lauro Rocha, Tijuquinha, Madre Paulina, Rosa Maria, Rosa do Oeste, Jardim universitário, Bosque das Flores, Alto Santo Antônio, Enseada, Campo da Fábrica, Alto da Divineia, Bica Dos Pintos, Pedreiras, Apicum, Colônia Miranda, essas e outras localidades tiveram suas vidas transformadas com calcamentos e iluminação de Led.
Lembro da saúde em 2016, a onde o melhor equipamento que tínhamos era a ambulaciaterapia, ou seja mandavam para Aracaju, até dor de cabeça, hoje tem várias unidades de saúde funcionando no centro histórico, nos povoados e no Rosa Elze, postos novos como Caipe Velho, Jardim Universitário, Loteamento Lauro Rocha, Parque Santa Rita, Rosa Maria, Ripiada, o que chama atenção é quando alguém reclama a falta Pontual de algum medicamento, e tem que reclamar mesmo, mas hoje temos um posto de saúde aberto para reclamar, antes não tinha nem o posto, hoje podemos dizer que a saúde evoluiu é uma referência para o estado.
Lembro da desorganização administrativa, um arquivo com caixas velhas e sujas no chão, hoje o arquivo público municipal é referência no Brasil.
A cultura na cidade em 2016 chegou a o fundo do poço, sem eventos, sem FASC, sem Carnaval, sem São João, ou seja, sem nada.
Hoje temos festival do camarão, Natal iluminado, Carnaval, São João, a retomada de alguns grupos folclóricos, o FASC, que é o maior festival de artes do Nordeste, com toda certeza, e chegou em 2016 sem a mínima esperança de retorno.
Lembro que em 2016 chegamos sem a mínima perspectiva de ter empregos na cidade, hoje a cidade é uma das que mais se criou vagas no estado, e com a criação do distrito industrial capitaneado pelo grupo Maratá, essa expectativa só aumenta.
A cidade hoje tem seu direcionamento para ser uma cidade melhor a cada ano, coisa que vivíamos sem vislumbrar a luz no fim do túnel, hoje a luz é de Led.
Ou seja a cidade hoje é outra, para a felicidade da grande maioria dos moradores da cidade, os poucos insatisfeitos certamente é por conta do ressentimento, por não fazer parte da Gestão Revolucionária do prefeito Marcos Santana, de uma participação protagonista do engenheiro e secretário Júlio Júnior, que vem transformando a cidade a cada dia.


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