Vem aí mais uma edição do festival de artes de São Cristóvão, um evento artístico cultural que é considerado o maior e o de melhor qualidade em Sergipe.
O FASC inicialmente foi criado como uma atividade de extensão da Universidade Federal de Sergipe, mas com a adesão e grande repercussão se tornou o que conhecemos por FASC.
Os primeiros festivais foram algo inimagináveis na São Cristóvão da década década de 70, um contato com o que se tinha de mais progressista e moderno nas artes e pensamento crítico época, isso tudono augeda ditaduramilitar.
E a nossa cultura local, valorizada como nunca tinha sido antes, com a exposição no FASC.
Na década de 80, o FASC atingiu seu ápice, com investimentos gigantescos, o que pode parecer que a cultura estava sendo valorizada e seus agentes, mas na verdade a valorização era daqueles que participavam principalmente da logística e produção, todos da ufs, e isso logo foi percebido pelo governo federal, que começou a conter despesas.
O FASC foi suspenso no governo Collor, e teve o seu retorno no governo Fernando Henrique Cardoso, e a cidade estava sendo governada pelo PSDB na época.
Mas o retorno foi simplório, o FASC, um movimento de vanguarda, agora mais parecia uma festa de padroeiro, com movimentações culturais que em nada lembrava o velho festival de artes de São Cristóvão.
Na gestão de Zezinho, o FASC volta a ter semelhança com o que entendíamos como FASC, mas dura apenas dois anos.
Aí aconteceu o período do seu intervalo que durou 12 anos, e foram anos de manifestações para o retorno do FASC, o Coisas de São Cristóvão juntamente com artistas locais promoveram inúmeras manifestações de apoio ao retorno que parecia impossível.
Com a eleição do prefeito Marcos Santana em 2016, a expectativa era grande para 2017, e o FASC voltou, com a cara de São Cristóvão, com a chancela da ufs, e com a identidade de FASC.
Agora na 39° edição o FASC é o maior evento cultural do estado,e um dos melhores do Brasil.
O FASC só tem sentido se for feito para o povo,é pelo povo, que seja um canal de expressão da cultura e arte do povo de São Cristóvão, coisa que com a gestão de Marcos Santana tem se ampliado os espaços.
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