A SÃO CRISTÓVÃO, QUE PENSA COMO ARACAJU, E A SÃO CRISTÓVÃO QUE PENSA COMO UM INTERIOZINHO

 




Veja essa, o modo de algumas pessoas em São Cristóvão fazer "política", é  tão  pequeno, que  não merece atenção, mas como vivemos duas realidades diferentes, a do centro histórico, que é muito semelhante a política de cidades bem pequenas, e olhe que essa região tem quase 50 mil habitantes. 

Já a região do grande Rosa Elze se assemelha a política da capital. 

E qual a diferença?

No centro histórico, já diminuiu muito, mas o clientelismo sempre se destacou, com sorrisos fáceis, a cervejinha na roda de desocupados, pagar conta de energia, a intolerância a quem não não se faz de amiguinho, na verdade a amizade é  apenas para garantir o voto. 

São coisas bem típicas de interiozinho, de lugar com pessoas que modificam pouco ou quase nada de sua trajetória, pessoas que se encontram estagnadas, claro, cada vez diminuiu o número de pessoas com esse perfil, mas o número é grande. 

Já a região do grande Rosa Elze, a maioria das pessoas, em boa parte com pouca, ou nenhuma identificação com São Cristóvão, preferem a política técnica, o planejamento a realização de serviços. 

A região do grande Rosa Elze, hoje com mais de 60 mil habitantes, e com potencial para crescer ainda mais a cada ano, o que  importa para a maioria dessa população é  o serviço público funcionando, e isso a gestão Marcos Santana, tem feito com qualidade. 

A boa avaliação em todas as pesquisas tem demonstrado isso, o que  fica claro é que a época dos gestores sem a mínima qualificação, tem ficado no passado, a onde a coisa pública na cidade não era levado a sério, salve um ou dois gestores nesses últimos quarenta anos.

Por aqui tivemos gestores que assinavam uma pilha de documentos dentro de um carro no estacionamento de um shopping da capital, porque não aguentava mais está na prefeitura, outro dos sete dias da semana, passava 5 na praia, outro assinava documentos oficiais importantes em meio à um carteado, outro só  pensava em festa, já acordava com um copo de whisky do lado, ou seja não tinham a mínima qualificação e respeito necessários para administrar uma cidade.

Hoje temos um prefeito, que é formado em economia, com pós graduação em gestão pública, servidor de carreira da Caixa Econômica Federal, gerente.

O que  queremos dizer com isso, que nada é por acaso, a qualidade não é por acaso, o pagamento dos salários em dia, não é por acaso, tudo é fruto de trabalho e dedicação. 

Colocar uma pessoa sem qualificação, corremos o perigo de reviver o passado trágico de bem pouco tempo, de troca de prefeitos, de chacota em Sergipe. 

Você colocaria uma pessoa sem a mínima qualificação, para gerenciar a sua empresa?

Imagine em uma cidade!!!!

Direto da redação

Direto da redação

Jornalista e colaborador do portal, cobre as principais notícias do dia.

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