Que estamos vivendo tempos que começam a cumprir tudo o que que esta escrito na Bíblia relatando e profetizado através dos séculos, isso é fato.
Nunca se viu na história da igreja cristã brasileira, com tantos membros proliferando o ódio, a intolerância, a não aceitação do outro, por questões políticas, ideológicas, terrenas.
O que encontramos nos evangelhos, está muito distante de ódio e intolerância, pelo contrário Jesus pregou a tolerância, a não violência, quando mande que de outra face, chama de bem aventurados os pacificadores, e promete a eles o reino dos céus.
Jesus não julga a mulher adúltera, apenas a perdoa e alerta para que não cometa mais os mesmos erros.
O povo Judeu esperava um rei guerreiro aos moldes de Davi, e Jesus veio ainda maior, sendo o verdadeiro rei guerreiro, o leãoda tribo de Judá, o sacerdote eterno.
E Jesus prometeu guerra sem trégua, falou que seriam odiados por todos, perseguidos por causa do nome dele, e muitos se apegam a essa guerra para literalmente atacar aqueles que não fazem parte da sua religião, do seu pensamento doutrinário ou ideologico, o que é um erro.
O apóstolo Paulo alertou aos Cristãos, que a luta não era contra a carne e sangue, mas contra as potestades espirituais, Jesus falava de uma guerra que excede o nosso entendimento, o profeta Daniel em seu livro relata que depois de dez dias de oração, o anjo trouxe a resposta, e falou da dificuldade enfrentada para trazer a vitória a Daniel, tudo por conta da batalha travada com os exércitos do inimigo das nossas almas nas regiões celestiais.
Cristão usar como argumento o ódio, a intolerância, a não aceitação do outro como parte da sociedade, é algo novo, é precisa ser revisto por quem está agindo assim.
A igreja de Cristo, é Santa, imaculada, Jesus chama de a Noiva do Cordeiro, Corpo de Cristo, Herdeiros, Filhos da Promessa.
Cristãos brigando por legendas políticas, não é algo novo, mas no ambiente dos templos, isso eu garanto que sim, ser tolerante, acolhedor, e reconhecer o direito do outro e suas ideologias existirem, isso não deveria está sendo nem debatido, infelizmente.
O nosso Deus, deixou a cargo do homem, as suas escolhas, o livre arbítrio, não obrigou, e não obriga o homem a servi-lo, porque agora obrigariamos alguém a servi-lo aos nossos moldes, esse não é o papel do Cristão Autêntico, isso fica para os fascistas religiosos.
O papel do cristão é pregar o evangelho da salvação, pregar liberdade aos cativos espirituais, ser exemplo, assim como foi Paulo, que mandava que o imitasse, porque ele era um imitador de Cristo, e veja que a palavra imitação remete a algo parecido, jamais igual em perfeição, mas procurando a excelência sempre.
Deixe as disputas políticas para o ambiente adequado, o templo é lugar da Glória de Deus, não tem espaço para mais nada, quando o rei Salomao orou na inauguração do templo, a Glória do Senhor tomo conta de tudo, e eles tiveram que sair.
Em meio à guerras carnais, o cristão autêntico está em paz com Cristo, "De a Cezar o que é de César, e a Deus o que é de Deus ".
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