A Copa Cidade Mãe de Futebol, surgiu de uma ideia dos coordenadores da época, o modelo de copa já existia, mas segundo um ex-coordenador, precisava de uma repaginada, e foi o que aconteceu, foi feito uma proposta para regionalizar e foi o que aconteceu.
Agora participariam todos os times representando as suas regiões, a onde sairia um ou dois a depender da quantidade de times da localidade.
O modelo foi bom, o secretário da época Klewerton aprovou, e foi um sucesso, jogos disputados, e todos os campos cheios.
A segunda edição da copa, o modelo foi repetindo, segundo o ex-coordenador, já era necessário uns ajustes, e perguntamos quais, ele disse que agora não faria as eliminatórias regionais, porque se notou que muitos times competitivos, e com grandes investimentos acabava se enfrentando na primeira fase, o que não era bom para o espetáculo, e a evolução de toda a competição e é necessária para continuar a empolgação do torcedor.
Agora infelizmente assistimos um jogo com duas equipes de porte considerável na cidade, jogando no campo do limão praticamente vazio.
Precisa ser revisto, repensado, e corrigir o rumo, a Copa Cidade Mãe de Futebol, é uma referência dos esportistas da cidade, os intervalos alongados esfriaram a empolgação, tem que se rever o que é necessário para que o público volte a se interessar pela Copa da Cidade, os coordenadores têm que sentar e aliar as metas, o que não pode é deixar o desanimo tomar conta de todos.
O novo secretário é do ramo, entende, tem que se levar as ideias a ele nessa reta final, funcionários e colaboradores têm que se empenhar mais, divulgar mais, o que não se pode é assistir o campo vazio e achar que tudo vai bem.


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